Varela convida empresas dos EE.UU para investir no Panamá

 

2016-09-22-varela-invita-a-empresas-de-eeuu-a-invertir-en-panama-89c-981351879O Presidente da República, Juan Carlos Varela, convidou nesta quinta-feira importantes empresas dos Estados Unidos para investir no novo clime de negócios do Panamá em que prevalece a transparência e o respeito à lei.

Durante o encontro no qual estavam presentes representantes da Chevron, Fedex Express, Estee Lauder, Interenergy Holding, The Coca Cola Company, Walmart, Vice on HBO, Medtronic, entre outros, o Chefe de Estado destacou os atributos do Panamá como ponto de investmento a partir da diversidade de sua economia, sua posição geográfica e sua estabilidade política.

O Mandatário expressou que seu país tem a missão de administrar os recoursos do Estado com transparência e com o apoio ao setor privado mediante a promoção do investmento estrangeiro direto para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos.

Manifestou que o maior desafío que enfrenta o setor público, com o apoio do setor privado, é assegurar que os recursos que gera sejam utilizados para maximizar o nível de vida da população.

Crescimento econômico

Varela ressaltou que, de acordo com as perspectivas do Fundo Monetário Internacional (FMI) para 2017, o Panamá terá uma das economias de mais rápido crescimento no mundo, con 6.6%, em comparação com as nações emergentes, que têm uma perspectiva de crescimento de 4.7% e com a média mundial que projeta um crescimento de 3.6%.

Afirmou que nos últimos 10 anos o Produto Interno Bruto (PIB) do Panamá cresceu em uma  média de 8,5% (alcançando seu ponto máximo de 12.1% em 2007 e 6% no ano passado) e que mesmo durante a crise de 2008 a economia do Panamá cresceu acima de 8%.

Acrescentou que para este 2016 e o próximo ano se espera que a economia continue crescendo, mantendo a inflação abaixo de 2% e uma taxa de desemprêgo abaixo de 3.8%.

Varela citou os esforços implementados pelo seu Governo para reforçar a transparência em seu sistema financeiro. A provo disto, foi o Grupo de Ação Financeira (GAFI) eliminar o Panamá de sua “lista cinza” em tempo récorde, depois de ressaltar o cumprimento das medidas contidas no plano de ação.

Assim mesmo, disse Varela, a disciplina fiscal consistente e prudente, somada à gestão eficiente dos recursos do nosso país , nos levou a indicadores positivos com respeito à capacidade do Panamá de fazer frente aos seus compromissos internacionais.

Investimento estrangeiro

O Mandatário panamenho enfatizou que a Inversão Estrangeira Direta (IED) no Panamá continuará crescendo em um rítmo sustentável e que o país recebe mais de 45% de toda a IED da América Central. Ademais, que conta com as entradas de IED mais altas em proporção ao PIB na América Latina, aumentando em 16.9% os ingressos de IED desde 2014.

Detalhou que mais de 57% da IED vêm do re-investmento, o que é um reflexo de que as empresas têm confiança no país e encontraram um entôrno favorável para o investimento e a diversificação.

Varela também destacou a conectividade aérea e as telecomunicações do país e manifestou que a política fiscal segue centrada na prudência financeira e na otimização do gasto público com o fim de alcançar as metas de investimento social.

“Minha administração está comprometida com a adoção dos marcos jurídicos necessários para melhorar a transparência de nosso sistema financeiro”, pontuou.

Durante este evento, o Presidente Varela esteve acompanhado pelo Vice-Ministro de Segurança Pública, Jonattan del Rosario,  pelo Embaixador do Panamá em Washington, Emanuel González Revilla e pelo Cônsul do Panamá em New York, Alejandro Posse.

Por sua parte, os representantes das empresas norte-americanas reconheceram os avanços do Panamá e seu posicionamento como sócio comercial e aliado estratégico na região.

De acordo com o BCIU, o Panamá ocupa a posição 5 entre 120 países com facilidades para fazer negócios e é o segundo país mais competitivo da América Latina.

Finalmente, o Presidente agradeceu aos representantes do setor privado seu apoio e pediu para compartilhar a história de êxito do Panamá para que outras empresas dos Estados Unidos venham ao país e ajudem a consolidar o crescimento econômico e a democracia em favor do povo panamenho.

Fonte: http://metrolibre.com/

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